Fake Pixels Hunter
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‘Fomos aprovados pela população da cidade’. (Fogaça - Correio do Povo)
Os 41% que votaram em Maria do Rosário, são de qual cidade?
‘Nosso projeto está vivo’. (Maria do Rosário - Correio do Povo)
Assim como o Elvis, o Raulzito, a Elis.
Olívio chora e diz que PT precisa se articular melhor (Correio do Povo)
Esse sabe que Elvis, Raulzito e Elis morreram.

Dia 08 de novembro está chegando. Espalhem para os amigos, vizinhos, colegas, e até para a sogra.
Tchelinux 2008, 08/11/2008 - Faculdade de Informática da PUC-RS.
Maiores informações: http://www.tchelinux.org/2008/portoalegre/
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Estou trabalhando em um sistema em que eu precisava recuperar campos com data de um banco MSSQL. Até aí tudo bem, mas na hora de converter aquele formato datetime do banco para o formato que eu estava precisando (dd/mm/yyyy), a coisa fica chata de fazer.
Como sou da lei do menor esforço, depois de ter batido cabeça fazendo a conversão usando o Java, lembrei que muitas destas funções triviais já são métodos internos do banco de dados.
Depois de consultar o Google, achei uma documentação sobre o método convert. Seu uso é simples: CONVERT(data_type,expression [,style]).
Por exemplo: SELECT OrderDate, CONVERT(nvarchar(10), OrderDate, 101) FROM Orders.
O “style” 101 representa a máscara ‘mm/dd/yy’.
Os “styles” seguem a seguinte tabela:
| Without century (yy) | With century (yyyy) | Standard | Input/Output2 |
|---|---|---|---|
| - | 0 or 100 1 | Default | mon dd yyyy hh:miAM (or PM) |
| 1 | 101 | USA | mm/dd/yy |
| 2 | 102 | ANSI | yy.mm.dd |
| 3 | 103 | British/French | dd/mm/yy |
| 4 | 104 | German | dd.mm.yy |
| 5 | 105 | Italian | dd-mm-yy |
| 6 | 106 | - | dd mon yy |
| 7 | 107 | - | Mon dd, yy |
| 8 | 108 | - | hh:mm:ss |
| - | 9 or 109 1 | Default + milliseconds | mon dd yyyy hh:mi:ss:mmmAM (or PM) |
| 10 | 110 | USA | mm-dd-yy |
| 11 | 111 | JAPAN | yy/mm/dd |
| 12 | 112 | ISO | yymmdd |
| - | 13 or 113 1 | Europe default + milliseconds | dd mon yyyy hh:mm:ss:mmm(24h) |
| 14 | 114 | - | hh:mi:ss:mmm(24h) |
| - | 20 or 120 1 | ODBC canonical | yyyy-mm-dd hh:mi:ss(24h) |
| - | 21 or 121 1 | ODBC canonical (with milliseconds) | yyyy-mm-dd hh:mi:ss.mmm(24h) |
| - | 1263 | ISO8601 | yyyy-mm-dd Thh:mm:ss.mmm(no spaces) |
| - | 1301 | Hijri4 | dd mon yyyy hh:mi:ss:mmmAM |
| - | 1311 | Hijri4 | dd/mm/yy hh:mi:ss:mmmAM |
Não creio que essa operação onere muito o banco de dados, mas ainda vou verificar isso com os nossos DBA’s.
Lembro quando eu ainda criava algumas páginas com HTML puro para um laboratório de Matemática computacional, nos idos de 1996, na UFRGS.
Depois disso foi aprender um pouco de cgi-bin, copiar uns códigos de Perl, JavaScript, PHP…
Hoje estou aprofundando em Orientação a Objetos e utilizando Java. Como as coisas eram simples!
Já não bastam mais um pouco de lógica, criatividade e um bocado de paciência. Temos que ter uma noção bem clara de arquiteturas, técnicas e metodologias. E se falando em metodologias, uma destas despontou com força: O Scrum.
Eu já tinha lido um pouco sobre Scrum a alguns anos atrás, quando este recém era uma idéia e uma página de beleza duvidosa na Internet. Passei o link para dois ou três amigos, mas não surtiu efeito. Nesta quarta-feira participei de um evento sobre Metodologias Ágeis, principalmente voltada ao desenvolvimento de softwares. O interessante é que nenhuma novidade foi dita acerca dos problemas que se enfretam no front do desenvolvimento; contudo a novidade veio no método utilizado para dirimir estes problemas.
Não é nenhuma Brastemp nenhum PMBOK, mas veio para acupar aquela lacuna que eu acredito que o PMBOK deixou a desejar: a interrelação entre desenvolvedores. As regras norteiam um projeto, e tratam o programador como um recurso, um peão no xadrez do mundo corporativo. Isso acaba reforçando em demasia a impessoalidade e acaba definhando toda e qualquer atitude espontânea do programador.
Estou apenas engatinhando nesse mundo novo, existe muito material para ser assimilado; mas além de estar entusiasmado com o assunto, conto com pessoas que se dispõe a repassar as suas experiências.
Essa medonha necessidade que tem o ser-humano de pertencer a uma tribo, tem que ser explorada para algo bom. Comunidades voltadas à troca de conhecimento existem e têm de ser reforçadas e incentivadas.
Muita coisa para ler e é começar agora: Scrum e SOA estão na berlinda, mas tem muita coisa atrás disso. Alguém já ouviu a expressão “cabelinho-de-ralo”?
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